31 agosto 2009

SMOOTHIE DE MAÇÃ E GROSELHA C/ KÉFIR-SOJA

Fonte de inspiração: Mary do blog Chazinho de Canela

INGREDIENTES:

1 maçã grande ou 2 pequenas;
1 cháv (café) xarope de groselha;
1 cháv (chá) iogurte kéfir-soja.

CONFECÇÃO:

Cortar a maçã aos pedacinhos para um copo misturador. Juntar o xarope de groselha e o kéfir. Triturar. Servir.

ARTIGOS RELACIONADOS:

Smoothie na Papaya de Kéfir-soja e Limão
Smoothie de Melancia com kéfir-soja e Gengibre
Smoothie de Meloa com kéfir-soja e Mirtilhos
Smoothie de Melão com Kéfir-soja e Ameixa

30 agosto 2009

VINHO ROSÉ DE KÉFIR-ABRUNHO DESIDRATADO

ARTIGO RELACIONADO:

Vinho Verde Branco de Kéfir Uva Passa

Lembram-se desta desidratação
aqui ? Com um produto caseiro destes em casa, só podia deixar fluir a imaginação e do kéfir Uva Passa saltei para o kéfir abrunho desidratado.
Só não esperava que a cor obtida fosse rosé! No entanto o vinho não é agradável para beber. Faz lembrar um vinho rasca. Mas para temperar serve perfeitamente. E possivelmente daria um excelente vinagre se eu tivesse deixado evoluir o estado de fermentação para um azedar mais intenso. Lamentávelmente não o fiz mas um dia destes ainda tento obter vinagre de ameixa!
Resta explicar que o vinho rosé de kéfir-abrunho desidratado é tão simples quanto colocar 3 abrunhos num pote de vidro com água purificada e 1 colher de chá de grão de kéfir, durante 5 dias. Depois, retira-se os grãos de kéfir para outra experiência e guarda-se o vinho rosé no frigorifico para temperar/marinar.

29 agosto 2009

ECOPRODUTOS: NOZES DE SAPONÁRIA

SAPINDUS SAPONÁRIA L. é o nome da árvore-do-sabão. Os seus frutos, fruta-do-sabão, ou nozes de sabão são uma alternativa ecológica para lavar a roupa e não só.

Bastam 4 nozes (fruto desidratado), dentro dum saquinho de linho, ou duma peuga velha, para lavar 5 kilos de roupa na máquina. Para maior eficiência é recomendável utilizar um programa com temperatura um pouco mais elevada (60º), no entanto, é possivel utilizar o programa económico de 30º mas há que parar a máquina uns minutos logo após encher de água para que as nozes hidratem e libertem "o sabão".

Não necessita de amaciador pois a saponina deixa a roupa macia. Porém após lavar com nozes de sabão não pode deixar a roupa muito tempo, fechada, esquecida dentro da máquina pois criará cheiro a mofo. Convém usar as nozes naquelas alturas em que é lavar e pôr a secar sem incertezas de mau tempo.

Também já usei na máquina de lavar loiça. Funciona na perfeição no caso de loiça acabada de sujar, e no caso daquelas pessoas que passam a loiça por água antes de colocar na máquina. Se você costuma juntar loiça suja na máquina e não pássa por água, as nozes não são tão eficazes como o detergente em pastilhas.

Dizem ainda que as nozes têm as seguintes utilizações:

- Champô para o cabelo (tem propriedades anti-caspa);
- Champô para animais, deixa o pêlo macio;
- Detergente lava-tudo devido às prop. bactericidas e fungicidas da saponina;
- Limpa-vidros;
- Líquido para lavar a louça manualmente;
- Detergente para o automóvel;
- Sabonete líquido para o corpo e as mãos;
- Repelente de parasitas, vermes nos animais;
- Insecticida biológico para as plantas repelindo os pulgões;
- Limpa jóias;
- Produto anti-alérgico, eficaz para crianças, para pessoas com pele sensível.

Para fazer detergente ou champô sigam as indicações do site Energia Verde.com.pt.

Fonte imagem 3: http://www.ceuc.ufms.br/

Fonte imagem 4: http://www.scielo.br/

28 agosto 2009

ARROZ ÁRABE NA PAELHEIRA ELÉCTRICA

ARTIGOS RELACIONADOS (na paelheira):

Paella Vegetariana
Arroz de Forno
Arroz à Valênciana

INGREDIENTES:
  • 1 copo de soja granulada fina;
  • Mostarda líquida;
  • Sal e Cominhos em pó q.b.;
  • 1 chávena (café) óleo milho;
  • 2 chávenas (chá) arroz carolino;
  • 1 pacote de pinhões crús;
  • 1 copo de passas de uva;
  • Açafrão e Curry q.b.;
  • Limão às fatias para decorar.

CONFECÇÃO:

Hidratar a soja com água. Espremer e temperar com mostarda líquida, sal e cominhos em pó. Reservar de um dia para o outro dentro deste tempero.

Na paelheira eléctrica deitar o óleo de milho e o arroz. Temperar de açafrão e curry (pouca quantidade de ambos). Juntar os pinhões e sal. Deixar fritar mexendo frequentemente com colher de pau.

Colocar água a ferver numa chaleira eléctrica. Juntar a soja ao arroz, continuar a fritar. Juntar as passas, mexer e juntar a água a ferver apenas até tapar. Não convém colocar água muito acima do nível de arroz.

Tapar e deixar cozinhar no nível 1 da paelheira. Assim que a água sumir, apagar a paelheira e permanecer tapada por mais uns minutos. Decorar com limão que deverá ser servido juntamente com o arroz. Acompanhar com uma salada verde e vermelha para contrastar cores.

27 agosto 2009

FLOGNARDE DE BANANA E CHOCOLATE C/ KÉFIR

Hoje é a festa do ATL de Verão da Carolina. E à semelhança do que aconteceu em Julho, as crianças fazem uma festa onde mostram as diversas habilidades que aprenderam durante o mês: Teatro, Percursão, Jogos, Trabalhos Manuais, etc...

Aos pais cabe a tarefa de levar comida! Em Julho, à turma do chapéu verde (que é o grupo da minha) calhou levar salgados. Agora em Agosto, calhou de levar bolos. E aqui está a nossa participação, feita hoje de manhã bem cedo para ir "fresquinha" e saborosa. Uma flognarde de banana e chocolate, já partida em cubos e com palito para ser mais fácil retirar.

ARTIGOS RELACIONADOS:

Flognarde de Ananás
Flognarde de Maçã
Mini-Flognarde Solar de Pêra e Chocolate
Clafoutis de Cerejas
INGREDIENTES:


2 ovos;
100 açúcar completo biológico;
2 colheres (sopa) manteiga de soja;
5 colheres (sopa) kéfir-soja;
100 gr farinha T65 (sem fermento);
2 colheres (chá) achocolatado em pó;
1 colher (chá) fermento royal;
óleo para pulverizar a forma;
2 bananas rijas;

Sumo de meio limão.

CONFECÇÃO:
Na bimby, colocar os ovos e o açúcar. Programar 2 min, velocidade 5.
Derreter ligeiramente a manteiga e juntar aos ovos durante a programação dos 2 minutos. Logo de seguida junte o kéfir-soja. Programar mais 2 min, velocidade 5.

Juntar a farinha, o achocolatado e o fermento enquanto a bimby trabalha. Enquanto termina o tempo programado, unte a forma de aro. Deitar o preparado na forma.
Decorar com fatias de banana regadas com sumo de limão para não ficarem negras. Levar ao forno pré-aquecido a 200º durante 30 a 45 minutos.

26 agosto 2009

25 agosto 2009

SUNDRIED TOMATO AND OLIVE LOAF (WITH KÉFIR)

ARTIGOS RELACIONADOS:

Spinach Loaf with soy-kefir

Peperoni Loaf with soy-kefir

Mais um picnic, desta vez só em familia (nós os 3), no mesmo sitio do passado domingo. O parque Marechal Carmona é uma pérola em Cascais. A zona de merendas com mesas e bancos de pedra poderia estar ainda mais arranjadinha, no entanto tem um pormenor muito importante para quem vai fazer picnic com os filhos: galinhas, pintainhos, pavões, pombos e passarinhos andam à solta, à nossa volta a pedir-nos migalhinhas de pão. As crianças adoram isto e concedem-nos uns minutos de sossego enquanto almoçam. Terminado o picnic, há sempre a possibilidade de visitar o parque infantil dentro desta zona verde. Um parque muito bem apetrechado com piso seguro. Uma maravilha!

Como o parque fica a 10 minutos, de carro, da minha casa, num instante se prepara uma cesta de vime com uma salada russa, um loaf, batatas fritas, pão, sumos de frutas e loiça de plástico reutilizável. E lá fomos nós, estacionámos na parte de cima do parque, perto da entrada do restaurante Jardim da Cerveja, onde mais tarde fomos beber um café e comer um gelado na esplanada com música ambiente :-) Até deu para ir arrumar a cesta do picnic antes de nos sentarmos na esplanada pois é tudo muito perto. Recomendo a todos! É um domingo muito bem passado.

INGREDIENTES:

200 gr de farinha de trigo T65;
200 ml de Kéfir-soja;

3 ovos;
3 colheres (sopa) azeite;
2 colheres (sopa) queijo parmesão;

Tomate seco guardado em azeite e alho;
1/2 courgette ralada;
Azeitonas sem caroço e cortadas;
Mangericão fresco picado;
Oregãos secos;

1 colher (sobremesa) de fermento Royal;
Sementes pretas de sêsamo.

CONFECÇÃO:

Misturar o iogurte kéfir de soja com a farinha. Mexer com colher de pau e reservar na despensa ou armário, tapado, durante pelo menos 1 hora.

Deite 3 ovos, a massa de kéfir, o azeite e o queijo na bimby. Triture 3 minutos, velocidade 5.

Enquanto isto, com uma tesoura de cozinha, corte para uma tijela grande, o tomate aos pedacinhos, as azeitonas e o mangericão. Rale a meia courgette com o ralador de mão. Junte os oregãos secos e deite o conteúdo do copo da bimby. Incorpore.

Forre uma forma de bolo inglês com papel vegetal, unte de azeite e deite o preparado. Povilhe com sementes de sêsamo e leve a forno médio durante 45 minutos.

A fonte de inspiração desta receita foi o
Bolo de Tomate Seco e Mangericão da Margarida - Figo Lampo, com inspiração cruzada do Bolo Salgado de Courgette e Azeitonas da Gasparzinha - No Soup Four U.

24 agosto 2009

KÉFIR-SOJA GELADO DE CAFÉ COM "CHEIRINHO"

Primeiro vou explicar o com "cheirinho" pois provavelmente as amigas brasileiras nunca ouviram esta expressão. Cá em Portugal é muito usual ouvir os empregados de mesa perguntarem às pessoas (especialmente aos homens) se querem um "cheirinho" no café. Isto quer dizer que colocam umas gotas de bebida alcoólica no café. Apenas um pequeno toque de alcool.
Dai que, já que eu ia fazer gelado de café, resolvi colocar um cheirinho de whisky na confecção.
INGREDIENTES:
  • 250 ml de iogurte kéfir-soja;
  • 1/2 de leite condensado de soja;
  • 1 laranja pequena descascada e sem caroços;
  • 2 colheres (sopa) de café de cevada instantaneo;
  • 2 colheres (sopa) de achocolatado (cola-cao);
  • 1 colher (sopa) de whisky 12 anos (um whisky velho é menos agressivo);
  • 1 colher (café) de canela em pó.
  • Se gostar mais doce, junte açúcar a gosto mas o leite condensado já lhe dá doçura.
CONFECÇÃO:
Colocar todos os ingredientes na bimby, triturar 5 minutos, velocidade 5. Convém estarem bastante frescos.
Verter para a sorveteira e esperar cerca de 45 minutos. Servir.

23 agosto 2009

ARROZ À VALENCIANA NA PAELHEIRA ELÉCTRICA

ARTIGOS RELACIONADOS:

Paelha Vegetariana na paelheira eléctrica
Arroz de Forno na paelheira eléctrica

Reza a história da paella que a terra natal deste prato é Valência, uma região na costa leste de Espanha, banhada pelo mediterraneo. Foi um prato que nasceu no interior, muito confeccionado pelos camponeses que saiam de casa para o trabalho rural e consigo levavam uma panela rasa, redonda, com alças, azeite, sal e um punhado de arroz. Facilmente elaboravam uma paella para o almoço em cima de brasas.

As primeiras paelhas eram ricas em legumes e pobres em carne. Carne essa, proveniente de caça, sobretudo lebre e pato. Os moluscos e o marisco só chegaram à paella quando esta desceu à praia e se difundiu pelo litoral, onde acrescentou lulas, polvo, choco, camarões, lagostins, mexilhões e ameijoas. Sofrendo uma grande alteração e passando a ser rica em carne, moluscos e marisco, pobre em legumes e em arroz. Dada a sua metamorfose, passou de prato pobre para prato rico.

Quando a paella chegou a Portugal começou a ser chamada de arroz à valenciana, incluindo enchidos (chouriços e salsichas) e criação (aves).

E agora vamos ao que interessa, à receita de arroz à valenciana veggie:

Gostaria de chamar a vossa atenção para as diferenças nestes 3 pratos de arroz apresentados por mim até à data. Esforcei-me por diversificar os ingredientes.

Base 1- cebola
Base 2 - alho francês
Base 3 - dentes de alho

Legumes 1 - Pimento, tomate e milho
Legumes 2 - Cenoura, Chuchu, Courgette e Abóbora
Legumes 3 - Tomate, Cenoura, Pimento e Ervilhas

Fonte de proteina 1 - Tofú e Seitan
Fonte de proteina 2 - Seitan e Chouriço de Soja
Fonte de proteina 3 - Soja granulada e Salsichas de Soja

Tempero 1 - Açafrão, Curry e Pimenta
Tempero 2 - Paprika, Cominhos e Pimenta
Tempero 3 - Açafrão, Curry e Louro

INGREDIENTES:

1 cháv (café) de óleo de milho;
8 dentes de alho;
1 lata de cogumelos biológicos laminados;
1 chávena de soja granulada média;
Miso q.b. (pasta de soja);
1 tomate;
1 tira de pimento verde;
1 cenoura grande;
1 cháv (chá) de ervilhas;
2 cháv (chá) de arroz carolino;
Açafrão, curry e 3 folhas de louro;
Sal grosso (2 colh de sobremesa);
Algas Hiziki demolhadas (pouca quantidade);
Água a ferver q.b.;
1 frasco de salsichas de soja.

CONFECÇÃO:

No dia anterior, hidrate a soja granulada em água durante 30 minutos. Esprema e tempere com miso de cevada. Reserve de um dia para o outro. A soja que uso é um tamanho ligeiramente acima do granulado fino, mas, a baixo do granulado grosso. Se só tiver granulado grosso, depois de demolhado, corte em pedaços mais pequeninos.

Colocar o óleo na paelheira e ligar. Começar por juntar os alhos cortados em 4, ao alto, os cogumelos escorridos e a soja temperada de miso. Mexer com colher de pau para saltear no óleo.

Juntar a cenoura e o pimento aos cubos. Continuar sempre a mexer.

Juntar o arroz e temperar com açafrão, pouco curry e 3 folhas de louro. O facto de termos começado por um refogado de alho e agora estarmos a juntar louro dá ao arroz um sabor a bife frito.

À parte demolhe as algas hiziki durante uns minutos (enquanto o arroz frita).

Numa chaleira eléctrica, ferva água. Entretanto, junte as ervilhas congeladas e as algas ao preparado da paelheira, mexa com a colher de pau, tempere de sal e por fim regue com a água a ferver. No meu caso, como não tinha ervilhas e tinha um resto de milho enlatado, substitui. No entanto, as ervilhas são fundamentais no arroz à valenciana.

Tape e deixe cozinhar até sumir o líquido. Prove uns bagos de arroz para ver se ainda está muito duro, caso contrário, desligue e deixe terminar de cozer no calor adquirido.


Para terminar, corte 5 salsichas de soja e decore o arroz. Tape ainda uns minutos, já depois da decoração para incorporar sabores. Não aconselho a juntar as salsichas antes de cozer o arroz porque estas salsichas perdem sabor quando dentro de água quente.

Acompanhei com chá gelado segundo sugestão da Ameixinha neste post
aqui.

22 agosto 2009

FORNECIMENTO DE MATERIAIS PARA T.MANUAIS

Cá em casa temos uma caixa grande de papelão na varanda que é onde colocamos todo o lixo que vai para o ecoponto. Esta caixa enche muito rápido em relação ao lixo normal. O Miguel cada vez que vai despejar o lixo reciclável diz-me assim: - Nós fazemos tanto lixo! Temos de diminuir a quantidade de lixo que fazemos!
Realmente, não há melhor forma de ter consciência do lixo que produzimos do que darmo-nos ao trabalho do colocar no papelão, embalão e vidrão, o lixo que pode ser reciclado. Quando nós nos juntámos, eu e o Miguel, ele não tinha por hábito separar o lixo em casa da mãe. Daí não tinha a noção de quantidade.
E nós nem somos dos que mais lixo fazemos pois consumimos praticamente tudo caseiro. Por exemplo, eu não compro água engarrafada. Logo no meu lixo não encontram garrafas nem garrafões de plástico. Isto porque tenho um sistema de osmose inversa que purifica a água da torneira. Há quem seja contra estes sistemas, eu sou a favor e adoro a minha água, é super leve e saborosa.
Mas hoje o trabalho foi diferente! Hoje, eu e a Carolina retirámos trabalho ao Miguel. Estivemos a separar materiais para levar para o ATL de Verão na 2ªfeira. Já é nosso hábito fornecer materiais recicláveis à escola da Carolina, mas no Porta Aberta do CCC colocaram um grande cartaz a pedir materiais para as crianças trabalharem estas férias e cá estamos nós a colaborar.
E assim estivemos entertidas a preparar o lixo da nossa caixa de papelão para ser apresentado ao Porta Aberta nas melhores condições. A 1ªetapa foi abrir os pacotes de leite de soja e lavá-los por dentro. O prateado interior é lindo para fazer estrelas (por exemplo). 2ªetapa foi juntar os itens por familias já que tudo o que vai para aquele caixote, vai lavado, se for pote ou embalagem de plástico. 3ªetapa juntar tudo numa caixa para mais facilmente ser transportado. E ainda juntámos umas roupas velhas que estávam destinadas a panos para limpezas.
2ªfeira lá vamos carregadas! Mas muito felizes também.

21 agosto 2009

ARROZ DE FORNO NA PAELHEIRA ELÉCTRICA

Então? Preparadas para mais uma saga? A saga do arrozal na paelheira! Voltamos à minha caracteristica mais marcante de inveredar por uma avalanche de ideias em torno dum género de confecção ou alimento principal :-) Até vão ficar com os olhos em bico, de tanto arroz!
Peguei nesta receita de arroz de forno que aprendi num curso de culinaria vegetariana, há 2 anos atrás, e adaptei-a à paelheira. A receita original é com arroz integral que é cozido (durante 45 minutos) juntamente com as algas hiziki à parte do refogado de legumes. No fim, junta-se o arroz integral cozido com o refogado e vai a gratinar no forno com o chouriço por cima. É muito bom mas bastante demorado. Dai que simplifiquei a receita e ficou espetacular na paelheira. O arroz fica muito soltinho e nem sequer abdiquei do chouriço "gratinado", ora vejam lá:
INGREDIENTES:
  • 1 cháv (café) de azeite;
  • 1 alho francês (alho-porro em brasileiro);
  • 2 cenouras pequenas às meias luas;
  • 1 chuchu médio aos cubos;
  • Molho de soja q.b.;
  • 125 gr Seitan;
  • 2 cháv (chá) arroz carolino;
  • Paprika q.b. (colorau ou pimentão em pó);
  • Cominhos em pó q.b.;
  • Pimenta preta em pó q.b.;
  • 1 courgette média às meias luas grossas;
  • 250 gr de abóbora laranja aos cubos;
  • Algas hiziki demolhadas (pouca quantidade);
  • Sal grosso q.b.;
  • Água a ferver q.b.;
  • 1 chouriço de soja;
  • 3 a 4 laranjas.
CONFECÇÃO:
Colocar o azeite na paelheira e ligar. Começar por juntar o alho francês cortado às meias luas, a cenoura e o chuchu (como não encontrei à venda, substitui por batata). Mexer com colher de pau para saltear no azeite. Regar com molho de soja. Continuar a saltear.

Juntar o seitan aos pedaços. Continuar sempre a mexer.

Juntar o arroz e temperar com paprika, cominhos e pimenta preta. A maior quantidade será de paprika porque quase só dá cor(o sabor da paprika é suave).
À parte demolhe as algas hiziki durante uns minutos (enquanto o arroz frita).
Numa chaleira eléctrica ferva água. Entretanto, junte a courgette, a abóbora e as algas ao preparado da paelheira, mexa com a colher de pau, tempere de sal e por fim regue com a água a ferver. Não convém saltear durante muito tempo a courgette e a abóbora para não desfazerem no fim da preparação. Dai o facto de só se juntar, ambas, apenas quando se vai juntar a água de seguida.

Atenção que a água só deve cobrir o arroz e não deve ficar muito acima do arroz. Assim como, a paelheira deve estar no nível 1 a 2 e não ultrapassar esta temperatura.

Tape e deixe cozinhar até sumir o líquido. Prove uns bagos de arroz para ver se ainda está muito duro, caso contrário, desligue e deixe terminar de cozer no calor adquirido.
Para terminar, asse um chouriço de soja. Eu cortei o meu às fatias e assei na Actifry durante uns minutos, virando a meio tempo. Esta operação é importante para dar ao arroz aquele aspecto de arroz de forno. Se optar por juntar o chouriço ao refogado o resultado não será o mesmo, porém ficará igualmente bom.
Decore com fatias de laranja e chouriço antes de servir. A laranja não é para espremer por cima do arroz no prato mas sim para comer gomo a gomo enquanto se come o arroz. No meu prato ainda coloquei umas gotinhas de picante caseiro e acompanhei com a limonada da Bimby (geladinha).

20 agosto 2009

VINHO VERDE BRANCO DE KÉFIR-UVA PASSA

ARTIGOS RELACIONADOS:

Champanhe de Kéfir-Laranja
Sidra Champanhe de Kéfir-Maçã

Os grãos de kéfir que separei para trabalharem em sumos de fruta continuam a fermentar com perfeição. Desta vez juntei-os a
passas de uvas biológicas, do meu terreno na aldeia que desidratei no Excalibur.
O resultado foi um vinho branco (sim sabe mesmo a vinho) suavemente gaseificado, nada ácido e muito agradável. Apesar da pouca quantidade produzida ainda deu para acompanhar uma refeição de paelha, bem fresquinho.
Só estranhei o seguinte: As uvas serem pretas e o vinho ser branco. Pelo que procurei na internet a explicação e encontrei este texto no site http://www.etur.com.br/
"A polpa tanto da uva branca como da uva preta é "branca", por assim dizer, quando prensada esta uva dá origem a um suco turvo considerado "branco". O que dá cor ao vinho é a casca da uva preta. Para tornar o vinho, tinto, é preciso que as cascas das uvas pretas descansem no mosto, ou seja, haja maceração. Logo se retirarmos a casca da uva preta e prensarmos apenas a sua polpa extraindo o mosto, colocando-o para fermentar, assim obteremos o chamado vinho branco."
No meu caso, não prensei as uvas pois eram passas. Apenas deixei a fermentar durante 5 dias em água purificada, junto com os grãos de kéfir, SEM adição de açúcar (ou frutose) uma vez que as passas têm uma grande concentração de frutose natural por acção da desidratação. Após o 1ºdia de fermentação já o liquido estáva a fervilhar!
No entanto, nesta experiência não ocorreu maceração das cascas das uvas, dai, o vinho não ganhou cor. Mas o sabor é fantástico, muito agradável dado o grau de CO2 contido. Depois de separar as passas e os grãos de kéfir do liquido, guardei o vinho no frigorifico durante 24 horas, pelo que quando o bebi estáva super fresquinho! E notava-se um certo indice alcoolico... deu-me cá uma "cobra" depois de almoço!

19 agosto 2009

TERMINADO O STOCK DE FRIGIDEIRAS DUPLAS


Destas? Já não há mais! Trouxe hoje a última a pedido da Susanita do Centro Comunitário de Carcavelos.

Às meninas que estávam interessadas em visitar a lojinha aqui na Madorna, aviso que já resta pouca mercadoria para venda! Ao que parece a liquidação total está a dar resultado. Que limpeza de prateleiras!

18 agosto 2009

PAELHA VEGETARIANA NA PAELHEIRA ELÉCTRICA

Acreditam que eu tinha-me esquecido da existência desta paelheira eléctrica cá em casa? Há uns 6 anos que não lhe tocava! Até já a tinha prometido doar à minha tia-avó, mas nunca calhou de lha levar.

Isto porque na altura utilizava-a para grelhar peixe, grelhar espetadas de carne, pimentos e cebolas assadas e fiz 1 única vez, paelha de gambas, neste utensilio, para uma passagem de ano entre amigos. Depois, como é um objecto grande arrumei-a em cima do armário da cozinha e nunca mais vi grande utilidade para a mesma quando me virei para o vegetarianismo.

Finalmente, e dada a evolução na arte da culinária que tenho vindo a sofrer, parece-me que vou começar a dar-lhe muito uso. Graças à Isabel de Matos do blog
A Escola é Bela que no passado domingo levou para o nosso picnic de blogueiras do ensino doméstico, uma real paelha vegetariana :-)) Estáva deliciosa a tua paelha Isabel ! Que excelente ideia para um picnic!
Pois então, vim de lá com imensa vontade de fazer uma paelha. Mas como ontem foi o 1º dia das minhas férias, almocei e jantei fora, sem vontade alguma de cozinhar! Hoje...sai da praia às 12:15 e cheia de entusiasmo, inventei uma paelha enquanto o diabo esfrega um olho (às 13:30 já estávamos almoçados!).
INGREDIENTES:
  • 1 cháv (café) azeite;
  • 1 cebola grande;
  • 2 pimentos verdes médios;
  • 1 tomate vermelho médio;
  • Molho de soja q.b.;
  • Seitan q.b.;
  • Tofú q.b.;
  • 2 cháv (chá) de Arroz Carolino;
  • Açafrão em pó;
  • Pimenta em pó;
  • Curry em pó (ou caril) - pouquinho;
  • 1/2 lata de milho doce;
  • Algas Hiziki demolhadas (pouca quantidade);
  • Sal grosso q.b.;
  • Água a ferver q.b.;
  • 3 limões.
CONFECÇÃO:
Colocar o azeite na paelheira e ligar. Começar por juntar a cebola cortada, os pimentos cortados e o tomate cortado. Mexer com colher de pau para saltear no azeite. Regar com molho de soja. Continuar a saltear.
Juntar o seitan aos pedaços, mais o tofú aos pedaços (eu usei tofú normal mas a Isabel usou tofú fumado). Continuar sempre a mexer.
Juntar o arroz e temperar com açafrão, pimenta e curry. A maior quantidade será de açafrão porque quase só dá cor(o sabor do açafrão é suave). Não abusar do curry pois alterará o sabor caracteristico da paelha.
À parte demolhe as algas hiziki durante uns minutos (enquanto o arroz frita). Estas algas irão dar o sabor a mar (pelo que terá gosto a paelha tradicional mas sem mariscos).
Numa chaleira eléctrica ferva água. Entretanto, junte o milho e as algas ao preparado da paelheira, mexa com a colher de pau, tempere de sal e por fim regue com a água a ferver.
Atenção que a água só deve cobrir o arroz e não deve ficar muito acima do arroz. Assim como, a paelheira deve estar no nível 1 a 2 e não ultrapassar esta temperatura.
Tape e deixe cozinhar. No meu caso, deixei a cozer e fui tomar banho para retirar o sal da praia :-) Quando voltei, reparei que o liquido já tinha sumido todo, pelo que desliguei a paelheira e deixei a terminar no quente adquirido.
Decore com quartos de limão e quando servir esprema o sumo do limão por cima do arroz. Nós ainda juntámos picante caseiro no prato e acompanhámos com vinho verde fresquinho ;-)

17 agosto 2009

Invenções Vegetarianas na ACTIFRY #7


Pataniscas de Arroz na Actifry


Vou puxar estas pataniscas de Dez 2008 para a actualidade pois confeccionei-as este fim-de-semana para um picnic e acho que merecem o destaque :-) Para além de, deste modo, fornecer a receitas às participantes do picnic. Todas as contribuições gastronómicas estávam deliciosas. Foi um picnic vegetariano do grupo de blogueiras do ensino doméstico. Um domingo muito bem passado e super agradável. Obrigada pela vossa companhia.

INGREDIENTES:
  • 1 Cebola picada;
  • 3 alhos picados;
  • aproveitamento de Arroz cozido;
  • 2 Salsichas vegetarianas;
  • 4 Tomates Cherry;
  • 3 ou 4 ovos (depende do tamanho);
  • Pimenta;
  • Coentros picados
PREPARAÇÃO:
Num recipiente junte: Cebola, alhos, salsichas, tomates cereja tudo picado. À parte bata os ovos, deite no preparado, tempere de pimenta e junte coentros frescos picados que lhe vão dar o sabor salgado (não precisa de sal).
Entretanto, retire a pá à Actifry. Não protegi o sitio onde encaixa a pá porque não tinha como, mas a maior parte das pessoas protege com uma forminha de aluminio virada ao contrário.
Pulverizei com óleo de amendoim a frigideira da Actifry,
deitei colheradas do preparado, separadas entre si e programei a Actifry com 50 minutos. Decorridos uns 5 a 7 minutos, já se pode virar as primeiras pataniscas com uma espátula que não risque.
Assim que as primeiras pataniscas estavam prontas, encavalitei-as a um cantinho da forma, permanecendo dentro da Actrifry enquanto se "frita" a 2ªdose de preparado. Enquanto isto as 1as pataniscas vão ganhando uma côr mais tostadinha.
E assim, sucessivamente, até terminar todo o preparado. Durante este processo não se acrescenta mais óleo nenhum! O único óleo utilizado é o inicial para untar a forma.
São pataniscas que se comem bem quentes e frias. A minha filha gostou tanto que no dia seguinte quis levar para comer ao lanche na escola. É um salgadinho muito light e saudável.

16 agosto 2009

RECYCLING FOOD - TORTILHA DE LEGUMES AO VAPOR

Como tinham sobrado legumes da Salada Russa IV ao vapor resolvi fazer uma bela tortilha na frigideira dupla que mostrei aqui.

Desta vez coloquei uma gota de azeite na frigideira dupla, salteei a cebola picada, juntei os legumes cozidos ao vapor e deitei 1 ovo batido com 1 colher (sopa) de kéfir-soja, sal e pimenta.

O arrozinho também já se encontrava feito no frigorifico há 3 dias. Foi só aquecê-lo no micro-ondas e decorar o prato com pimento verde e tomate com
maionese de kéfir-soja.
E voilá um prato gourmet com restos reciclados :-) Quem sabe, quem é? Até num restaurante chique ninguém se apercebia que era reciclagem de alimentos!