02 agosto 2010

DÁ DEUS NOZES A QUEM NÃO TEM DENTES

Sempre fui apaixonada por provérbios populares, frases célebres, parábolas, fábulas e histórias bíblicas. Para terminar a blogagem colectiva espiritual ecumênica, escolhi um provérbio português como título e um gelado que é tudo menos um pecado. Uma parábola reflexiva e um animal em vias de extinção. Como é que tudo isto se interliga? Vamos ver...

Os provérbios são sabedoria popular que foi transmitida de geração em geração, desde a antiguidade, repetidos constantemente perante situações idênticas, pois estão relacionados com aspectos universais da vida. O provérbio é fácil de decorar, simples de entender, curto e directo.

"Dá Deus nozes a quem não tem dentes" é o provérbio português irmão do provérbio brasileiro "Deus dá nozes, mas não as quebra". Ou ainda o primo espanhol "Dios le da sombrero, al que no tiene cabeza" :)

Julgo que o significado todos conhecem! Pelo que vou passar ao gelado saudável alusivo ao fruto do provérbio:

INGREDIENTES:
CONFECÇÃO:

Deitar os iogurtes na cuba da sorveteira. Misturar o açúcar e as nozes. Ligar a sorveteira. Ao servir as bolas de gelado pode juntar mais nozes picadas como topping. As pecãs são umas nozes mais suaves que as tradicionais.

DO GELADO À LAGARTIXA...
DA OSGA AO MISTICISMO...
DO MISTICISMO À ESPIRITUALIDADE...

Pode parecer complexo mas não é. No fundo tudo são pontes e as reflexões encadeiam-se naturalmente. Estáva eu a saborear o magnifico gelado saudável quando recebi a visita da amiga lagartixa que vive na minha horta de varanda :) E foi nesse momento que associei a lagartixa, também chamada de osga ao tema deste Domingo: MISTICISMO X ESPIRITUALIDADE.
As lagartixas são animais incompreendidos há séculos pela humanidade. Juntamente com os sapos, as cobras, os escorpiões e outros lagartos, foram frequentemente associadas a bruxaria e práticas místicas. Consideradas por muitos, animais das trevas talvez por seus olhos esbugalhados, sem pálpebras, sua forma de andar rastejante, suas ventosas que as ajudam a trepar paredes, foram e são, assassinadas, brutalmente, devido ao mito de serem perigosas! Quando são inofensivas!
Descobri recentemente que a lagartixa, ou osga urbana, está em vias de extinção. Os miúdos adoram presseguir este bichinho com pedras e paus, especialmente porque a osga tem um mecânismo de defesa muito interessante. Quando lhe é cortado o rabo, ele continua a mexer por forma a servir de distracção ao predador, podendo assim a presa fugir. Sim, porque a lagartixa não morre quando lhe é cortado o rabo. Inclusivamente nasce novo rabo como que por magia. Talvez dai venha a relação com o ocultismo.

Não me querendo alongar demais no blá blá blá, deixo-vos a parábola da lagartixa. Tirem as vossas próprias conclusões, filosofem sobre o quotidiano:

«Era uma lagartixa que morava dentro de um relógio de luz. Aprendeu com o tempo a entender os mistérios da luz e dos números. E assim vivia.

Num belo dia, resolveu abandonar os números e dedicar-se à luz. Mas passaram-se alguns anos e a lagartixa começou a perceber que sentia falta dos números, porém não sabia como voltar a ter comunhão com eles sem deixar a luz. Pois a luz tomou conta de sua vida, seus anos, seus dias, horas, minutos, segundos...

Em meio deste drama todo, outra coisa lhe aconteceu. Cresceu uma corcunda sobre suas frágeis costinhas. Além do fardo que carregava de ser guardiã da luz, da falta que seus números faziam, agora estava obrigada a suportar o peso de uma corcunda. No mundo em que a lagartixa foi criada, luzes e números não convivem muito bem. E mesmo sem entender a razão destas imposições, ela vivia obediente ao sistema, pois aprendeu também, lições importantes de mestres e discípulos, liderança e obediência...

E assim o tempo corria e crescia também uma coceirinha na cabeça e na corcunda da lagartixa. A coceira na cabeça se dava pelo facto de não entender as razões-sem-razão do sistema que ela fazia parte. E a coceira da corcunda, ela descobriu quando, ao se esfregar contra uma pedra, em meio ao sangue que escorria, havia algo que parecia querer sair de dentro dela.

Efectivamente havia sim: toda lagartixa que ama luz e números recebe um par de asas. As asas servem para deixá-la mais forte e apta a lidar com a luz e os números sem criar conflito com o sistema. Então, daquela ferida e daquele sofrimento, nasceu um par de asas. Tomada pelo êxtase de ter recebido asas, tentou pular do galho de uma alta árvore. Pulou. Ao cair, se viu presa noutro galho. E ao tentar escapar, teve sua cauda violentamente arrancada. Triste, sozinha, machucada e caída no chão, enquanto enxugava as lágrimas sentiu como se fossem cócegas e quase sem nada sentir, viu nova cauda nascer no lugar da que havia sido cortada.

Com a história do salto imperfeito, a lagartixa aprendeu que: quanto maior a queda, mais rápido nasce nova cauda. A partir desse dia ela passou a treinar saltos para alçar vôos. Por fim, não sem muito tentar, conseguiu ficar poucos segundos no ar. Aquilo foi uma glória para a lagartixa.

Antes mesmo de chegar ao chão, ela havia decidido: Custe o que custar e doa em quem doer, sem deixar minha preciosa luz, voltarei a ter com meus queridos números. O que ela não sabia é que sua decisão de amor geraria o ódio dos que se diziam amigos. Aprendeu outra lição: Os verdadeiros amigos deveriam amar a luz e aos números tanto quanto ela. Foi dessa maneira que em sua caminhada já fora de sua comunidade, encontrou outros bons amigos amantes da luz e dos números, assim como ela.

Facto interessante aconteceu quando depois de muito conviver com os novos amigos, veio descobrir que entre eles não havia outra lagartixa como ela. Mas como só havia convivido com lagartixas sua vida inteira, achava que só viveria em harmonia com “os seus”. Mais uma lição para o “baú da lembrança”: uma face amiga nem sempre é reconhecida através de um espelho. Na diferença se pode encontrar amizade. Sem muito procurar entender, viu que seu grupo de amigos era formado por besouros, gafanhotos, grilos, minhocas...

Só não participavam os mosquitos e as baratas. Esses servem como alimento. Assim a lagartixa descobriu que a luz é mais útil onde há escuridão para ser iluminada. A chama de uma vela é dispensável num lugar onde cada um possui uma vela na mão. Mas uma vela acesa dentro de uma caverna escura, traz luz ao ambiente e calor aos corações presentes.

E os números não servem para nada em comunidades que vivem sem contar os dias, os benefícios e os males. Por isso a lagartixa sentia tanta falta dos seus números, pois no fundo, sabia que não pertencia a aquele lugar. É importante contabilizar derrotas, vitórias e dias vividos, porque no balanço geral da vida, podemos saber se temos tido lucro ou prejuízo. Alguém que não contabiliza os elementos da vida é porque já não se importa com a vida. Finalmente a lagartixa se viu feliz e livre. Liberdade de amar os diferentes, de levar luz aos que estão no escuro e de ajudar a lidar com números os que mal sabem contar...Liberdade gera responsabilidade. Ser livre é ter que pensar por si só e assim, ser responsável por enfrentar as conseqüências de suas decisões. Qualquer pessoa que aprenda a voar, iluminar e contar como uma lagartixa, será uma pessoa responsável, livre e feliz!»

NOTAS NÃO MENOS IMPORTANTES:

As lagartixas são insectivoras, alimentam-se de insectos, larvas, aranhas e são um insecticida natural importantissimo para promover o equilibrio no caso de pragas nas hortas e jardins.

A tradição popular diz ainda que não é prudente espantar lagartixas, porque da mesma forma que elas grudam na parede, elas significam sorte que adere à nossa casa. Assim como um grilo que canta à nossa porta, deve ser deixado em paz porque essa música anúncia o dinheiro a entrar em nossa vida :)

Por fim, partilho convosco uma origem engraçada. O sitio onde vivo chama-se Parede, uma freguesia do Concelho de Cascais, distrito de Lisboa. E não é que aos habitantes da Parede chamam não só paredenses como também "osgas"!!!! Pois é!! Afinal eu sou uma "osga" :) Uma lagartixa que trabalha com números e que quer voar nas asas da espiritualidade! Tem tudo a ver com este post não tem?

Encerramos então o passatempo com chave de ouro. Despeço-me de todos os participantes, muito grata pelas partilhas reciprocas.

24 comentários:

  1. Minha querida Rute, se subesses como me fiquei a sentir mal depois de ler toda esta história da Osga, então não é que o bicho me faz uma impressão horrível e como lá por casa tenho a sorte de ter um pequeno pedaço de jardim, sou visitada comfrequência e com frequência as espanto de lá. Descobri afinal o motivo de o dinheiro não querer nada comigo, mas também a sorte se perceber que através dessa espiritualidade sou muito rica, olha, ficam-se as nozes e vão-se as lagartixas.
    Adorei o teu gelado, simples, fácil de preparar, com ingredientes que estãoa qui ao lado e saudável.
    Um beijo muitoooo grande.

    ResponderEliminar
  2. Adorei a receita!
    Se me deixares... vou levar comigo para a fazer!
    Beijinhos grandes.

    ResponderEliminar
  3. Esse gelado cega qualquer um...
    Até pus os óculos para ver melhor...lindo e portentoso!
    Podes trazer, não demores! :)

    O resto vou demorar séculos a ler... be back later, time is running short... Tijei! :)

    ResponderEliminar
  4. Finalmente as nozes pecãs :) Espero que tenhas gostado!

    ResponderEliminar
  5. Minha querida "osga"!
    Não fosse pelo frio que está fazendo nesse momento, um sorvete cairia muito bem, sobretudo assim natural. Prefiro as pecãs, bem mais gostosas.
    Li suas reflexões e a parábola com um sorriso nos lábios. Você quando começa a tecer o fio, só para com o trabalho pronto... Muito bem encadeado seu raciocínio.
    Gosto das lagartixas, agora mais ainda. Desde criança, acho fascinante o fato de gerar uma nova cauda. Aqui em casa sempre dizemos "deixa ela em paz, não fazem mal algum". Ah, já causou-nos um prejuízo, quando entrou na caixa de controle do portão eletrônico. Queimou o comando e tivemos que trocar...rs!
    Nos números estão a realidade e nas asas o mergulho para o interior de si mesmo.
    Se as pessoas se desapegassem mais dos rótulos, dos ritos, das crenças como a única, a "eleita" ou fizessem disso algo melhor para si e os outros, teríamos mais qualidade de vida.
    Não tenho dúvidas de que aprendemos mais com os erros ou momentos difíceis do que com os acertos.
    Comecei bem minha semana tendo o prazer de vir aqui ver a sua excelente contribuição na blogagem coletiva.
    Da próxima vez que vir uma lagartixa, vou lembra de você...rs!
    Boa semana!

    ResponderEliminar
  6. Assim que vi o titulo enfiei logo a placa.
    Uma delicia ♥

    ResponderEliminar
  7. AMIGA
    Parabéns!!! TUDO A VER, SIM!!!
    Conhecer vc durante a BLOGAGEM COLETIVA ESPIRITUAL ECUMÊNICA foi um presente a mais.Que maravilha!!!
    QUE O ORVALHO GOTEJE DAS GRAMÍNEAS, OS PRIMEIROS RAIOS SOLARES TILINTEM NO TEU HORIZONTE E BATA NAS PÉTALAS DOS HIBISCOS,FORMANDO UMA ESPÉCIE DE ARCO DE OURO. ALGUNS PÁSSAROS FESTEJEM O ALVORECER DO NOVO DIA.
    Foi outro Domingo mais uma vez... última postagem de uma série de 12... Quanta alegria!!! Que feliz consórcio fizemos, querida!
    No próximo domingo te espero na Ressonância, tá?
    Que o Divino que habita em vc lhe faça muito feliz, como vc merece!
    Bjs festivos pra vc, minha linda, de final de Blogagem.

    ResponderEliminar
  8. Que vontade de tomar um desses... Pena que meu iogurte de soja não fica grosso, senão eu fazia (apesar de ser inverno por aqui).

    Nhamnhamnham!

    ResponderEliminar
  9. Gostei do gelado e da historia da lagartixa.
    Sabes eu erra daquelas miudas que cortavam o rabo à dita.........mas não me incomodam,nem os sapos, agora sardões já é outra historia!
    Boa semana!

    ResponderEliminar
  10. Deliciosa a história da lagartixa !!!
    Li compulsivamente, sem conseguir parar.
    As lagartixas sempre foram muito respeitadas na minha casa. Minha mãe já dizia que não se matava esse bichinho.
    Daqui do computador, de frente para a janela, acompanho a caçada que elas fazem aos insetos que passeiam pelo vidro. Claro que não fico olhando o banquete da lagartixa, mas respeito seu gosto carnívoro.

    Quanto ao sorvete, deve ser uma delícia, mas estamos em tempos frios.

    Beijo

    ResponderEliminar
  11. Gostei do gelado, porque adoro nozes pecan!
    :)
    Beijinhos

    ResponderEliminar
  12. Rute!
    Então como vais? Com alguma reflexão, como sempre!!! ;)
    Cada vez que vejo pessoas que se incomodam com Rastejantes e insectos sinto-me grata por ter convivido tão bem com eles em pequena (em África... até com cobras)que hoje sempre que os vejo, para além de não me importunarem e eu não os importunar, fico muito feliz. Pode parecer estranho, mas é verdade. E foi o meu pai que com um belo sentido de humor nos ajudava em pequenos a gostar das osgas que passeavam nas paredes lá de casa (um dia conto-te como é que ele nos fazia rir e descontrair em relação aos "bichinhos")...
    Belo post! Obrigada e beijinhos
    Isabel

    ResponderEliminar
  13. Pois eu já tinha visto receitas com as milagrosas "chia seeds", mas nunca via as à venda...onde se compra, sabes?

    ResponderEliminar
  14. Olá a todas, fico-lhe muito grata pela visita e comentário.

    Ainda bem que a partir de agora, todas vão dar mais atenção à amiga lagartixa. Já sabem, não lhes façam mal por favor. Também são criaturas de Deus.

    O geladinho é SENSACIONAL. Palavra de OSGA! Pena estar frio no Brasil, mas de qq forma, uma bola de gelado com crêpe ou waffle, vai bem em qq estação. Pena só ter lembrado da waffle agora...mas assim deixaria de ser um lanche tão saudável, né verdade?

    Fico feliz que a parábola tenho encantado tanto a vcs, quanto a mim. Encontrei-a por acaso na internet quando procurava informação sobre repteis. É uma parábola lindissima a meu ver.

    GINA E FLORA, vamos
    ver se o nosso numerólogo de serviço consegue explicar-nos a importância dos números conviverem com as asas :)

    GILBERTO, tô te esperando Homem!

    Beijinhos e abraços a todas.
    Obrigada mais uma vez.

    ResponderEliminar
  15. MARY,
    já há sementes de chia à venda no celeiro.

    ResponderEliminar
  16. Ai, esse geladinho escorregava tão bem pela garganta.

    Lagartixas, baaaaa não gosto delas faz-me impressão.
    Agora cuidado pois a fofa da Vicky não pode ver uma lá no quintal enquanto não apanha não descansa.

    Bjs

    ResponderEliminar
  17. Outra receita tentadora e deliciosa, com certeza!!!!!!!! Bjs!

    ResponderEliminar
  18. Minha querida contadora de histórias, Rute.
    Sabia que as Rutes são muito criativas e inspiradas para criar e contar histórias. Mas, as Rutes não são de se prender a historinhas água com açucar, elas são profundas demais nos seus contos, e muitos não são capazes de acompanhar seu modo de pensar.
    A sua parábola fala mais de uma lagartixa que se confronta entre a Matéria e o Espírito do que de um ser inspirado pelos princípios dos números.
    Os números da lagartixa são quantitativos, eles estabelecem valores, enquanto na Numerologia os números são qualitativos e expressam ideais, sentimentos e emoções.
    Presa aos números, ela estava condicionada à medição da luz, a valores físicos. Quando ela desperta para a Luz, ela transcende os números físicos e se insere no Espírito. As asas simbolizam a ascensão das borboletas que, antes lagartas presas ao solo, alçam vôos e se fazem livres de todos os padrões dominantes.
    A lagartixa sentiu falta dos números, assim como muitos de nós, depois de nos libertarmos dos apegos da Matéria, acabamos sentindo medos do mundo sutil e espiritual, e voltamos a buscar nos valores físicos a razão de nos sentirmos seguros.
    As lagartixas, que somos todos nós, não precisamos de asas para voar, basta-nos acessar a magia dos mistérios do Espírito, e estaremos prontos para alçar nossos vôos até a Luz.
    A Luz é a presença do Espírito na Matéria. Os números do relógio só nos prendem à Matéria, pois nos falam do quanto estamos gastando e quanto precisaremos ter para pagar a conta.
    Acredito, Rute, que lugar de lagartixa não é dentro de caixa de luz, pois isso confunde a cabeça delas. O melhor é vê-las nas paredes caçando seus mosquitos, e mostrando-nos que cada macaco no seu galho, ou cada osga sabendo dos seus limites, que não deve passar do teto da casa.
    A Numerologia não pode ajudar a osga da fábula, mas poderá dar uma boa ajuda a todos nós que quisermos saber como são as Rutes, não é mesmo?
    Um abraço muito afetuoso.
    Gilberto.

    ResponderEliminar
  19. MESTRE!!!!!
    fico enfeitiçada com seus comentários! Vc é um poço de sabedoria. Mas se há quem não "entenda" as Rutes, vc, Gilberto, acompanha na perfeição minha maneira de pensar :)

    É isso mesmo, na sua explicação reside a descodificação da parábola ou até mais do que isso.

    Os números da matemática são matéria, os números da numerologia são espirito. Talvez a minha aversão aos números se prenda à prespectiva. Ando com dificuldade em conviver com os números da contabilidade, da minha profissão, porque me encaminham para a matéria, para o lucro ou prejuizo, para a ganância dos homens...

    Outrora amei os números por serem simbolo de ordem, de metodologia. Entretanto fui atrás da luz e cada vez tenho mais dificuldade em aceitar os números. Mas quem sabe se não me apaixono entretanto pela numerologia????

    Abraço graaaaande, daqui, até aí. Um abraço luso-brasileiro, apertadinho.
    Obrigada pelas suas brilhantes palavras que erradiam imensa luz!

    ResponderEliminar
  20. Restantes convidadas :)

    Obrigada pela vossa visita e comentário, Sandrinha, Kátia e Carlita.
    Beijinhos. Voltem sempre. É um prazer tê-las por cá.

    ResponderEliminar
  21. Minha querida e sábia, Rute.
    Fiz os meus agradecimentos e respondi os seus comentários no Alma Mater.
    Aguarde o convite para o curso via internet.
    Abraços e agradecimentos sinceros.
    Gilberto.

    ResponderEliminar
  22. Isto não há tédio que lhe pegue ao ler-te Rute: de um gelado fantástico passas para a lagartixa e com esta nos contas uma lenda que encerra uma moral muito inspiradora e certeira!
    Quanto à particularidade da Osguinha não se dar com mosquitos e baratas, devo acrescentar que houve uma no meu jardim que fez inimizade e banquete de um grilinho de estimação que cantava livremente ao ar livre no meu pequeno relvado... Esta não era lá muito sociável (risos).
    Mais uma belíssima contribuição Rute!
    beijinho.

    ResponderEliminar