07 março 2011

NATALIDADE NA TEIA AMBIETAL

Começar a pensar num tema tem destas coisas, absorve-nos por completo e é inevitável reflectir sobre as várias vertentes, especialmente num blog multifacetado como é o PPP. Assim foi com a BCFV e o seu 1ºtema - NASCIMENTO. Ao interiorizar e evoluir dentro da temática surgiu-me a prespectiva ambiental, o impacto que o nascimento de uma criança tem neste contexto, adaptando-o à TA com o título NATALIDADE:

Nada é mais imediato do que relacionar 1 bébé a uma tonelada de fraldas descartáveis, a inúmeras latas de leite em pó, a incontáveis embalagens de papas, compotas de fruta, iogurtes, etc... Acreditem ou não, as fraldas foram uma das minhas maiores preocupações quando fiquei grávida. Apressei-me logo a comprar de pano, afirmei a mim e aos meus familiares que ia evitar as descartáveis, mas depois... depois pensei usá-las somente para xixis :(

Ya, e como adivinhar o que lá vem?!

Nessa época não existiam as
fraldas reuilizáveis que há hoje! Dáva uma trabalheira colocar a de pano, mais o alfinete-de-dama que horrorizada supor, acidentalmente, picar o bébé e no fim, a cueca plástica isoladora. Mesmo assim, se ficava mal colocada, lá acontecia asneira! Isto para não falar do lavar... Pois é menina Rute, de boas intenções está o mundo cheio! Nada mais prático, apesar de dispendioso do que usar descartáveis. Esquece lá isso da poluição, dos 500 anos que as fraldas demoram a desaparecer do ambiente, dos aterros sanitários a abarrotar de lixo, etc etc.

Bom, mas regressemos ao presente (memórias antigas todos devem ter para recordar).

Ao mesmo tempo que surgiu a ideia da BCFV, foram colocadas no concelho onde eu vivo, as chamadas
ilhas ecologicas que supostamente vêm substitir os ecopontos. A diferença não é muita. São apenas contentores subterraneos, enquanto que os ecopontos eram contentores visiveis. Mas eis que ao aproximar-me da ilha E, noto a existência dum depositário nunca antes visto, com o simbolo duma fralda e duma bota.

Pesquiso na internet, encontro
promessas do Governo em 2008, para a criação dum Sistema Nacional de Tratamento de Fraldas Usadas, para a instalação de Unidades de Reciclagem de Fraldas e Produtos de Incontinência ... E fiquei tão contente, mas tão contente que logo de seguida entrei em contacto com linhaverde@emac-em.pt e com a empresa que ficou de trazer a tecnologia para Portugal, tecnoexpor.lda@sapo.pt, para obter mais informações, conclusivas, actuais e de esperança na humanidade :) Puro activismo eco-urbano :)

Pois bem, a EMAC, simpaticamente já me respondeu (obrigada!):

“Os logótipos a que se refere (fralda e bota) foram os adoptados pela EMAC para representar os resíduos indiferenciados (vulgo lixo).
Actualmente, o destino destes resíduos (fralda, bota, entre outros) é efectivamente o fluxo indiferenciado, pois ainda não existe um canal próprio de encaminhamento destes resíduos.
Neste momento, a Autoridade Nacional para a área do Ambiente APA, está a estudar a possibilidade de criar um novo fluxo de resíduos destinado às fraldas, já que as mesmas representam cerca de 5% dos resíduos urbanos produzidos, mas até ser criado, as fraldas devem ser colocadas nos contentores cinzentos, referentes ao fluxo indiferenciado.”

___________________________________

Concluo portanto que estes resíduos indiferenciados se destinam à incineração.

Aguardemos cenas dos próximos episódios! Vou rezar para que a nova tecnologia seja instalada brevemente em Portugal e que o novo fluxo de reciclagem seja criado, uma vez que o Governo Português continua a incentivar ao aumento da taxa de natalidade.

Ainda estou para saber onde é que se vai arrumar tanta gente neste planeta tão pequeno!! Mais ainda como vamos alimentar tanta boca e dar conta de tanto lixo!

Para terminar deixo-vos um puré de maçã, confeccionado no forno solar, ideal para bébés. Fiz e faço muito puré de fruta para a minha filhota. Mas lembro que no caso de obstipação, convém dar maçã crua ralada em vez de puré de maçã cozida. Este último é até recomendável para alturas em que os bébés estão com as fezes mais moles ou liquidas.

Puré de Maçã Solar - Compote de Pommes Solaire - Mashed Apple Puree

25 comentários:

  1. Amiga, adorei o post de hoje!
    Sou fã das fraldas reutilizáveis e, apesar de ainda não ser mãe, estou a ver se convenço a minha cunhada que está grávida a adoptá-las para a filhota que aí vem.
    Quanto à receita, maçã é mçã, e nessas tacinhas azuis tão lindas o puré ainda deve saber melhor.
    :)
    Beijinhos

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  2. Viva a Teia Ambiental! Viva a corajosa temática da minha filosófica Rute!
    As fraldas descartáveis são um sério problema no mundo inteiro. E observo que o percentual delas no lixo é o mesmo, em qualquer lugar do planeta - 5%.
    Aqui na nossa cidade de São Lourenço, é também de 5% o lixo que se refere a fraldas. Que coisa!!!
    O número 5 aqui parece sinalizar bem mais para irresponsabilidade e descontrole do que para as sonhadas mudanças tão afins com o nº 5.
    O número 5 é o símbolo da diversidade, e pode tanto sinalizar para coisas boas como para as más.
    O progresso tem dessas coisas, minha querida Rute, lixos que não sabemos o que fazer com eles e consumismo exagerado que foge das raias do bom senso. E tudo isso gerando contaminação que é o tema da minha postagem ecológica, nesta nossa pioneira Teia Ambiental.
    Enquanto isso, vamos tecendo juntos as tramas da Teia, juntando os fios daqui com os fios do Alma Mater.
    Parabéns pela importância do tema.
    Abraços ecológicos.
    Gilberto.

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  3. Olá, querida Rute
    Que fantástico seu post de hoje!!! Foi um dos que mais gostei... até intercalou uma blogagem com a outra... menina criativa por demais!!!
    O meu post sairá no dia 9 pelo Retiro Espiritual que iniciei e vai até amanhã se Deus quiser...
    Bjm de muita paz

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  4. Ao ler sua excelente postagem, querida Rute, não pude deixar de lembrar das fraldas de pano que lavei por muitos anos, dos 2 filhos que tive !

    Quando meu filho mais novo nasceu, em 1974, estava surgindo a fralda descartável, que era uma fralda mesmo, que dobrávamos e prendíamos com alfinete. Usava-a pouquíssimo, apenas quando saía com o bebê, e nem sempre. O restante do tempo era lavar fraldas de xixi e de cocô !

    Mas, não morri por isso, e chego à conclusão que se, repentinamente, num passe de mágica,as fraldas descartáveis desaparecessem do planeta, as pessoas iriam novamente acostumar-se com as fraldas de pano !!! Já imaginou como o lixo iria diminuir ?

    Quando eu sugeria isso nas palestras que eu e o Gilberto fazíamos sobre LIXO, as mulheres presentes olhavam-me com cara de quem está vendo um ET !

    Mas, falar não custa, e vamos tecendo nossa Teia Ambiental, pacientemente, vagarosamente, porém, firmemente.

    Beijos ecológicamente corretos.

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  5. Gostei do que li, mais ainda de saber que existem alternativas para o tratamento do lixo fraldas, pena é que mais uma vez, o elevados impostos que pagamos não cheguem para os nossos governantes investirem nessa área. Teorias é muito bonitos, em especial, aquelas que queremos importar de há 35 ou mais anos atrás, em que, como todos sabemos, o ritmo de vida não era em nada semelhante aos dias de hoje. Espera-se tudo das super mulheres, mas não há super mulheres. Fazemos o que podemos, com o que
    temos. Já bem podem agradecer a quem está na disposição de ter filhos, sim, porque a gerações vindouras nem para aí estão viradas. O egoísmo é tão grande, na sua maioria, que irão continuar a fazer lixo (outro lixo que não o das fraldas), mas nem para a continuação da humanidade irão contribuir. Enfim... lavar 6 a 8 fraldas por dia, nos dias de hoje havia de ser lindo... se já nem tempo nos feixam para estar com os filhos, que faria se ainda tivessemos que lavar as fraldas...

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  6. Vou tentar participar no BCFV, mesmo que não escreva grande texto, tentarei fazer a viagem no tempo em termos gastronómicos...
    Beijókas ambientais***

    Ass: Runaway Mary :)

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  7. Gostei deste post, o lixo é de facto um problemão!! e as fraldas dos bebés e não só são dois :-)
    Cá em casa fazemos muito puré de maçã na época delas e por vezes até congelamos :-)
    bjs

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  8. Ola, Rute!Gostei muito da mensagem, apesar da seriedade do problema abordado, ler o que escreveste nesta e noutras mensagens acerca do tema ambiente, conforta-me e esperança-me, pois se cada um de nos fizer(nem que seja um gesto pequenino)o nosso Planeta, ficará melhor com certeza. Obrigada, por publicares e partilhares para acordar a minha mente.

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  9. Rute querida,

    Parabéns pela mensagem transmitida hoje.
    Sabe que fico me fazendo a mesma pergunta?
    Aonde vamos colocar tanta gente neste planeta?Os governos precisam fazer urgentemente um programa de controle de natalidade, porque logo não teremos mais espaço físico, não teremos mais aonde colocar tanto lixo, tantos carros e tantos tantos, a lista é infinita......
    Quanto mais o tempo passa a situação vai ficando cada vez mais crítica.
    Depois chamam de catástrofes quando ocorrem ajustes naturais (chuvas, terremotos, vulcões, etc...) e muitas vidas se vão.
    Será que são catástrofes? ou nosso planeta está tão denso, tão pesado (fisicamente como mentalmente) que precisa por conta própria, equilibrar sua energia....
    Como um Ser vivo o planeta também sente.

    Mas novamente PARABÉNS querida por sua postagem, deu para fazer grandes reflexões...

    Um grande beijo em seu coração!!!

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  10. p.s.= Obrigada por sua presença em meu espaço, meu agradecimento está registrado lá.
    Um grande beijo!!!

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  11. Rute,
    Esse assunto serviu tanto para a Teia Ambiental quanto para BCFV. Perfeito!
    Meus filhos ainda usaram fraldas de pano dentro de calças enxutas ou não.
    Seus preparados em forno solar são fantásticos. Fico pensando por que não o temos por aqui, pois o país é rico em sol.
    Bjs.

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  12. Esqueci de comentar sobre esses coletores de fraldas descartáveis, não sei se existem nesse lado do Atlântico. Muito interessante!
    Bjs.

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  13. Queridas visitas,
    desculpem a demora nas respostas, não tenho tido tempo para quase nada. Embora tenha lido os v/comentários conforme iam chegando.

    Gasparzinha, também sou fã de tudo o que é reutilizavel pois o descartável soa-me absolutamente MAL, grrrrrr. Até em picnics sou a favor de utensilios reutilizaveis. Corta-me o coração verificar a quantidades de descartáeis deitados fora nas areas de restauração diariamente!

    Infelizmente estamos na Era do descartável, até as pessoas já são descartáveis basta ver os despedimentos que têm acontecido nos últimos tempos! Uma vergonha :(

    Beijinhos,
    Rute

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  14. Gilberto,
    sem dúvida, VIVA a Teia e VIVA o 5 apesar de significar tanto caos, como ordem. Ou a ordem que nasce do caos.

    Lembra a 14ª carta do Tarot - A Morte (arcano maior 13). Transformação drástica, fim de ciclo, começo de novo ciclo, renascimento, apela à mudança presente e futura.

    Estes 5% de representatividade são um apelo a um novo fluxo de reciclagem, um libertar do passado não mais viável, ou até mesmo dum presente sem caminho, em direcção a um futuro mais consciente na Natalidade e na Reciclagem.

    Em todo o fim há um principio, em todo o nascimento, uma nova esperança. Confiemos na nova geração e ajudemos-a a proteger o futuro da humanidade.
    Abraço além-mar,
    Rute

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  15. Orvalho,
    foi de mestre, não foi? Também fiquei satisfeita com a inclusão duma blogagem na outra :) Isto é poupança e maximização do tempo, esse tão escasso nos nossos dias.
    Dia 9 é um bom dia para postar, é o dia do humanitário, daquele que vive para o colectivo, e vc é mesmo um 9!
    A Renata do Dicas Green também se atrasou este mês, coitada.
    Espero então pelas vossas participações da Teia.
    Beijinhos,
    Rute

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  16. Flora,
    imagino a trabalheira, coitada de vc!
    Tu é um exemplo, não só em palavras como em acções.

    A única coisa que lamento é que quando fazemos tudo manual e caseiro, resta-nos pouquissimo tempo para novos experimentos.

    Aqui em casa tenho sentido muito isso. Quando me dedico a fazer pão, iogurtes, e tudo o mais, caseiro, fico sem tempo para apreender novos conhecimentos e isso me deixa em conflito interior.

    E quando, nós mães, andamos muito cansadas, nem paciência há para os filhos. Pior ainda para as mães que trabalham fora de casa!
    Muito boas reflexões, de facto...
    Beijos além-mar,
    Rute

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  17. Olá anónima/o,
    grata por ter deixado a sua opinião, com a qual concordo plenamente.
    Nos dias que correm, a pressa é inimiga da perfeição. Mas onde está o problema? Na forma como vivemos.
    É importante desacelerar porque no meio de tanto progresso e ambição, estamos deixando para trás muita coisa importante das nossas vidas.
    Desde há uns tempos a esta parte, dedico-me a travar o tempo, a travar a urgência das pessoas. Actualmente tudo é urgente no trabalho, a prioridade generalizou-se na area laboral. Todos os projetos são para ontem e a multa é uma constante na linha de fabrico (directa ou indirectamente). A competividade um medo sistematico!
    A maioria pratica o ditado popular "se não os podes vencer, junta-te a eles". Pois eu, recuso-me! Recuso-me a viver a vida em Turbo! Quero voltar atrás no tempo e saborear a vida.
    Perdemos demasiado tempo em tarefas desnecessarias como por ex., deslocações em hora de ponta, 2 ou 3 horas no transito.
    Há que repensar, há que alterar, quem sabe mudar a profissão, a habitação, a educação, a prespectiva e os padrões.
    Esta é a teoria, pôr em práctica é a pior parte :)
    Abraço,
    Rute

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  18. Maryzita,
    cada vez que te vejo pelos comentários é uma grandessissima felicidade para mim. Tenho tantas saudades de tudo o que a tua companhia na blogosfera representava: divertidos e inteligentes comentários, publicações gastronomicas alternativas, desafios energicos e prazeirosos ...
    Ó Runnng Mary, mas pra onde corres tu? Mini, Meia ou Maratona completa?
    Beijo saudoso (por demais!),
    Rute

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  19. Alcina,
    só olhando para este problemão passa-nos logo a vontade de ter mais de 1 filho.

    E não é só por causa do problema ecológico. Sinceramente não entendo as pessoas que têm aos 4 e 5 mas depois quase não têm tempo de os ver, ouvir, brincar com eles, cuidar deles...deixam toda a educação da criança na mão de avós, empregadas domésticas, amas, escolas, atl´s e etc...

    Afinal qual é a piada de ter filhos quando não se acompanha o crescimento deles?
    Beijinhos,
    Rute

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  20. Lina,
    a proposito do que referiste, vou falar-te na teoria duma amiga minha.
    Ela diz que o 1ºdegrau é esse mesmo: cada um fazer o que lhe compete para melhorar a sua pegada ecologica. Nem que seja um pedacinho só do que lhe compete.
    Depois há o 2ºdegrau: Fazer para além do que lhe compete, nem que seja um pedacinho só :) Porque haverá sempre aqueles que nunca sobem a escada da evolução humana, nunca chegam sequer ao 1ºdegrau.
    Mas será que devem uns ser mais sobrecarregados do que os outros?
    Talvez! Talvez seja essa a missão dos mais conscientes. Pelo exemplo, consciencializarem os demais.
    Beijinhos,
    Rute

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  21. http://anabelaemblogagenscoletivas.blogspot.com/

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  22. Lú,
    controlo de natalidade?? Que nada!
    Até a China que outrora tinha a politica de filho único, está agora incentivando à Natalidade.
    A única coisa que interessa para os governos são impostos. A esperança média de vida aumentou e com ela vão ter de prolongar a idade permitida para aposentadoria, caso contrário paises onde a maioria da população é idosa vão ter sérios problemas de economia nacional. Não vai haver subsidio de aposentadoria para todos os velhos.
    E depois tem o problema da manutenção da etnia ou nacionalidade. O mundo tornou-se plano, em pouco tempo se chega a todo o lado e as pessoas emigram com facilidade. Já quase não há fronteiras e deixou de existir o controlo à natalidade asiática, terminaram as guerras, os regimes limitadores, dai que há populações em franca expansão demográfica, como a chinesa, a arabe... enquanto que nos paises europeus a taxa de natalidade diminuiu imenso... dá pra chegar na preocupação dos governantes não dá?
    Há muitas implicações invisiveis na questão de baixar a taxa de natalidade. Ninguém quer, como é óbvio! Caso contrário estaremos entregando o futuro às etnias que não travam a sua natalidade.
    Beijinhos,
    Rute

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  23. Gina,
    pelo que sei a empresa que fabrica o forno solar em Portugal está em negociações com o Brasil para encontrar um revendedor credenciado. Nem sei se já conseguiram. Vou ver no site deles:
    http://www.sunok.eu/Welcome/how

    Parece que não :(
    Mas há uns anos atrás encontrei um produto brasileiro muito interessante, o desidratador solar:
    http://www.soletrol.com.br/catalogos/

    click no catalogo que diz "alimentos mais saudáveis e nutritivos".
    Gostaria imenso de ter um desses.
    Há que aproveitar o sol brasileiro!
    Beijo,
    Rute

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  24. Realmente é um grande problema as fraldas eu sempre que encontro compro biodegradáveis (houve uma fase que eu conseguia facilmente no jumbo daqui da zona)agora tem sido difícil, mas são excelentes, pena não se encontrar à venda com facilidade.
    Quanto ao puré, uma delicia, vamos ver se é este ano que compro o forno solar.
    Bjs

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  25. Conceição,
    não sabia que existiam biodegradáveis. Isso é muito positivo e o teu comentário foi muito importante para enriquecer a postagem.

    Mães de Portugal optem pelas biodegradáveis ou pelas reutilizáveis, mas evitem as normais que demoram 500 anos a desaparecer do ambiente ou têm de ser incineradas.

    Beijinhos Conceição.

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