30 outubro 2011

SINGELA HOMENAGEM - WELZE gostosuras sem travessuras

Notas de Falecimento - (GostosurasSemTravessuras.blogspot.com)

Nestas alturas nunca sabemos bem o que dizer, apenas habita em nós uma sensação de vazio, o espaço deixado por alguém que partiu.
Cada ser humano que deixa o plano fisico é um fractal de tudo o que existe. Mesmo não conhecendo bem a pessoa, mesmo tendo sido pouco o tempo em sua "companhia", afecta-nos tomar consciência que essa troca de experiências e relatos, compartilhada, neste caso, virtualmente, não volta mais.
Por outro lado, saber que a querida Welze estáva sofrendo por causa da doença, faz-nos aceitar a sua partida com um sentimento de alivio, por ela finalmente poder libertar-se do sofrimento humano.
Aceitemos com serenidade o ciclo da vida, do nascimento à morte, o ciclo de aprendizagem e evolução que se renova em cada reencarnação. Lembremos a Welze com seu característico bom
 humor, seu grande coração cheio de amor por todos, através das suas 2 únicas participações na BCFV. É assim que eu um dia quero ser lembrada, pelas vibrações positivas que me esforço em irradiar.

NASCIMENTO (Mar.2011)

«Tenho boa memória. Mas não consigo me lembrar de quando nasci. Não sei porquê. Será que não estava lá? Brincadeiras à parte, participando da blogagem coletiva Fases da minha vida, acho que falarei sobre acontecimentos mais longínquos possível para de lá para cá, chegar aos dias de hoje.

Me lembro que quando tinha uns quatro anos, minha casa em Ipauçu estava passando por reformas no jardim. Eu não saía do pé dos pedreiros, achando que estava contribuindo de maneira vital para o serviço deles. Tudo ia bem até que numa passada atrás de um deles, levei com uma enxada na cabeça.

Quase morri de tanto chorar. O pedreiro quase morreu de medo de ter me matado. Minha mãe ao me ver com sangue por todo lado, quase morreu de susto sem nem imaginar de onde vinha tanto vermelho. Mas, entre mortos (ninguém) e feridos (eu), todos nos salvamos. O pedreiro, depois de recuperar os sentidos, sim porque ele desmaiou, foi embora pois não conseguiria mais trabalhar naquele dia. Minha mãe e minha irmã, Nini, me levaram ao hospital que era ali pertinho de casa, onde entr
ei caminhando, com uma toalha de banho na cabeça, já encharcada de sangue, rindo e falando para todos o que havia acontecido.

Ninguém se conformava com o ocorrido, muito menos com minha disposição em contar os detalhes mais sórdidos,tim tim por tim tim. Só chorei quando levei alguns pontos na cabeça. Essas lembranças, são devidamente confirmadas por minha irmã Nini. Aconteceu comigo. Só podia ter sido comigo. Logo logo conto mais
aventuras sobre as FASES DA MINHA VIDA. »

INFÂNCIA!!!! (Abr.2011)

«Não posso dizer que foi a melhor fase da minha vida, pois todas foram as melhores, cada qual a seu tempo. É claro que pouco me lembro. Mas muitas histórias, ainda estão na minha mente como daquela vez que um pedreiro desceu a enxada na minha cabeça e tive que ir ao hospital para dar pontos. Falando assim até parece que foi agressão, mas é claro que não, eu é que não saía do pé do pedreiro que estava a trabalhar e eu achando que ele precisava ardentemente da minha ajuda, não saí de perto.

Tenho lembranças dos dias em que inventava doenças para não ir à escola. E olha que não era por causa de bulling não, era só mesmo para ficar em casa brincando. Minhas doenças eram daquele tipo que assim que a hora da entrada na escola passava, como num passe de mágica, a doença passava também.

Tem também uma vez, a primeira que andei de onibus sozinha. Fui visitar minha madrinha que morava no centro da cidade. Minha mãe combinou com ela de me apanhar no ponto que desceria do onibus e me acompanhou até o ponto em que entrei no coletivo.
Eu nem me cabia em mim, me achando a própria moça, a adulta do mundo, imaginem só, andando de onibus sozinha!!!!!!!. Imaginava coisas e coisas que aconteceriam comigo dentro do onibus e eu as teria que resolver por mim mesma, pois afinal ESTAVA SOZINHA. Mas é claro que nada aconteceu.

Mas mesmo assim estava na moral. Tanto que para passar aos presentes e companheiros de jornada, um ar muito
adulto, quis e depois de muitas tentativas, consegui, cruzar as pernas, que naquela época eram curtas demais para tal feito. Mas consegui! E assim fiquei, com dores na coxa, mas fiquei imóvel até que o onibus fez uma curva danada de brusca em seus 40 quilómetros por hora, assustadora velocidade, e eu mesmo sentada me desequilibrei e não querendo dar o braço a torcer e me segurar nos bancos ou descruzar as pernas, fui ao chão.

Muitos companheiros correram ao meu socorro, e eu na maior pinta, engoli o choro de vergonha e, de dor mesmo, no quadril que bateu a toda no chão, olhei para todos, respirei fundo e dei a maior gargalhada do mundo. Todos ficaram aliviados e eu pude ouvir a melhor frase do dia:- ELA ESTÁ ACOSTUMADA A ANDAR DE ONIBUS. NÃO FOI NADA. Para mim valeu cada segundo do ocorrido. TEMPO BOM, QUE NÃO VOLTA MAIS, SAUDADE.... Que nada, volta sim, é só lembrar


Pois é Welze, é só lembrar.
Na nossa lembrança você estará muito VI
VA, não a esqueceremos.
Vá em PAZ.

15 outubro 2011

VIDA PARA ALÉM... - Entender o Sentimento de Unicidade

BCFV - 8ªFASE - VIDA P/ALÉM...

Para vos explicar porque acredito na vida além da morte, tenho de mencionar apartir de que momento passei do ceticismo à crença.


A veracidade desta sensação, não tem como base religião, apesar de eu ter sido criada segundo os ensinamentos da igreja católica. A minha crença tem por base a experimentação. No entanto, ainda assim, pode ser considerada fantasiosa, uma perceção individual e relativista porque não pode ser comprovada cientificamente.

Se já antes, tinha a noção de pertença a um sistema de interligações, esta teia onde nos encontramos todos conetados quer queiramos quer não, apartir do momento em que acessei a outras frequências, constatei que há muito mais para além do que os olhos vêem.

Em estados alterados de consciência é possivel espreitar por detrás da "cortina", vivênciar o que certamente é um mundo de vibrações sutis, onde as barreiras de individualidade esbatem-se, onde as energias se misturam, onde não há, Eu ou Tu, mas sim nós, o todo, o UNO! Dai que, depois, fica dificil, ser irresponsável e inconsequente.

Esse ponto de mutação aconteceu há pouco mais de 1 ano atrás, quando decidi intuitivamente, cursar Leitura da aura. Mais uma vez, não conhecia ninguém e lancei-me na aventura para a qual nem programa possuia. Antes de pensar, disse SIM, antes de esbanjar energia em dúvidas, comprometi-me, resolvi passar as férias de Agosto/2010, num curso intensivo de 15 dias, teóricos e simultaneamente muito práticos. Transcendentais!!

Com o curso aprendi a "ler" as auras energéticas, a visitar vidas passadas das pessoas, a verificar bloqueios dos chakras, aplicar cura...bom, mas tudo muito iniciático e presencial (à distância não "vejo" nada, fiquem descansados).

Hoje, olhando para trás, entendo o curso de Leitura da aura como o ponto fundamental para basear a minha crença. Caso contrário permaneceria desconfiada, sempre que me falassem em manifestações espirituais!

Em simultaneo, conheci o Mestre Gilberto e a Flora, na blogagem espiritual da Rô. E eis que o Mestre inicia cursos à distância, eu me interesso em cursar Numerologia, embora até à data nunca antes tivesse ouvido falar... Novamente sem saber o que me esperava, iniciei Nivel 1 de Numerologia da Alma em Out/2010. Atualmente encontro-me no Nivel 4. Meu entusiasmo e desenvolvimento pessoal continuam crescendo surpreendentemente.

Estes cursos, aliados a práticas de meditação, têm-me permitido expandir a visão do que sou, do que me rodeia, de como posso aperfeiçoar-me, ajudar outros a evoluir também, porque quando unidos em um objectivo comum, a evolução acelera, as vibrações boas aumentam... em breve, todos estarão mais sensiveis ao que há por detrás do véu de Maya.

Não vou alongar-me muito mais. Inclusive porque tenho certeza absoluta que a continuidade do meu texto será encontrada em algumas das participações. Prefiro complementaridades do que sobreposições.
No fundo, não há diferença entre crenças, acreditamos todos num Deus, acreditamos todos em Almas, em reencarnação, em várias vidas para possibiltar a evolução e aperfeiçoamento...
Então porquê tanta intolerância religiosa??
Não somos todos "filhos" do mesmo Deus?

A fonte divina não criou tudo o que existe?

Neste momento da minha vida só há uma coisa em que NÃO ACREDITO:
num Deus discriminador!
Pai que é pai, ama todos sem excepção.
Não há, maus, nem bons. São simplesmente pólos opostos.
O pólo negativo (o mal), quando é ajudado e se deixa ajudar a transmutar essa vibração para positiva, se transforma em bem.
Assim como a escuridão é a ausência da luz, a ignorância é a ausência da sabedoria...
o mal é a ausência do bem.

Peço-vos, não discriminem ninguém!
E agora convido-vos a...


PARTICIPAÇÕES CONFORME VÃO CHEGANDO:
2-Espiritual-Idade.blogspot.com; 3-Nabiroskina.blogspot.com
4-SementesDiárias.blogspot.com; 5-MariaLuizaSaes.blogspot.com
6-LucinhasDreamGarden.blogspot.com; 7-DomingosIrio.blogspot.com
8-AescolaÉbela.blogspot.com; 9-www.NacoZinhaBrasil.com
10-OlharesEsaberes.blogspot.com; 11-EnsinoRegular.blogspot.com
12-Belrech.blogspot.com; 13-FractaisDeCalu.blogspot.com
14-LarEncantado.blogspot.com; 15-Mamyrene.blogspot.com
16-MSocorroMelo.blogspot.com; 17-ConhecerKardec.blogspot.com
18-CrioMinhaVida.blogspot.com; 19-LuluExperiência.blogspot.com
20-AromaDeCafé.blogspot.com; 21-AsasDosVersosEreversos.blogspot.com
22-CasaCoisasSabores.blogspot.com; 23-PereiraPequeno.blogspot.com
24-RumosLibertadores.blogspot.com

10 outubro 2011

BOAS INICIATIVAS!! no Centro Comunitário Carcavelos

Olá Pessoal !!!
Venho apenas divulgar uma iniciativa que achei interessantissima.

Lembro a todos, o quão positivo é saber costurar. Mais ainda nestes tempos de crise económica onde a reciclagem de roupas tem de vigorar.

Sou filha de costureira e enquanto garota passei muitas tardes, depois da escola, no atelier de costura da minha mãe, costurando roupinha para bonecas :)

Dai, veio o gosto por moda, de criar a minha própria moda.
Em adolescente, vestia bastante excêntrico, género Madonna. Quando me casei, fui eu que desenhei meu vestido de casamento. Um vestido com dupla finalidade (1º e 2º fato de noiva), a saia de noiva retirava-se e o vestido ficava com mini-saia, completando com uma casaquinha noutro tom. Quando a Carolina foi batizada, a minha mãe utilizou o imenso pano da saia de noiva para um vestido de batizado. E mesmo esse, foi mais tarde reaproveitado por mim, no Carnaval, para vestido de princesa da filhota.

Mantenho desde sempre, as ideias transformadoras. Aliás, quando compro a roupa da filha já vou pensando no aproveitamento futuro.

Estas calças por exemplo, começaram por ser usadas no Inverno, visto terem um interior polar muito quentinho, apesar do tecido exterior ser algodão fino.

Na Primavera, retirei o interior, esse aí do lado e utilizei-o para limpezas. Passando a Carolina, a usar as calças de modo mais fresco.

Chegado o Verão, cortei em calções, pois estavam ficando curtas nas pernas.
Faço o mesmo com camisas de manga comprida e com saias com peitilho.
No aproveitar é que está o GANHO!

02 outubro 2011

BERINGELA DE TOMATADA COM COENTROS

Banquetear-me com um pratinho destes é divinalmente prazeroso.
Alimento simultaneamente o corpo e a alma.
Só de olhar, nossas vibrações iniciam logo um processo automático de sutilização.
Beringela de tomatada é a chamada sutilização da âncora que nos prende à fisicalidade.
A digestão acontece rapidamente e sem grande dispendio de energia. Assim nossos pensamentos não saem prejudicados, pois mantém-se ativos durante o processo. Nada de sonolência pós-refeição, nada de alheamento da vida.

INGREDIENTES:
  • Esparguette de milho (sem gluten);
  • Azeite;
  • 1 Cebola;
  • 1 Tomate grande maduro;
  • 1/2 Pimento vermelho;
  • 1/2 Beringela grande temperada com sal;
  • Molho de soja;
  • Água mineral;
  • 2 colheres (sopa) concentrado de tomate;
  • Pitada de pimenta;
  • Pitada de açúcar;
  • Queijo curado ralado;
  • Coentros frescos picados.
CONFECÇÃO:

Cortar a beringela às rodelas e salgar com sal grosso. Deixar descansar para retirar o amargo.
Numa frigideira ou wok, refogar uma cebola às meias luas em azeite, juntamente com tomate maduro partido aos pedaços. Anexar pimento às tirinhas.

Raspar/retirar o sal da beringela com uma faca. Cortar aos cubos, adicionar ao refogado. Temperar com molho de soja e pimenta.
Passados 5 minutos de refogado, juntar um pouco de água e concentrado de tomate. Deixar cozinhar. Quase no fim, provar para testar acidez, se precisar, povilhar de açúcar mascavado.

Neste prato usei esparguette bio de milho (não contém trigo).
Dispor um pouco do preparado em baixo, sobrepôr o esparguette, cobrir com mais beringela de tomatada, decorar com coentro picado e povilhar de queijo ralado.