22 março 2013

SOBREVIVER À ARMADILHA DO PROGRESSO

Veja o filme completo online neste link

Porquê? Porquê? Porquê? - Continue sondando por detrás das aparências.

Pourquoi? Pourquoi? Pourquoi? - Continuer à sonder derrière les apparances.

Why? Why? Why? - Keep probing behind appearances.

Escapar da armadilha requer abdicar dos instintos básicos, do desejo incontrolável pelo Poder.

Échapper au piège exige abdiquer des instincts de base, du désir incontrôlable por Puissance.

Escaping the trap requires giving up the basic instincts, the uncontrollable urge for Power.

Ascensão, Queda e Dependência. Assim foi, assim é, assim será sempre.

Ascension, Déclin et Dépendance. C´était comme si, c´est comme ça, ce sera toujours.

Rise, Fall and Dependence. So it was, so it is, so it will be always.

Há qualquer coisa de errado no nosso sistema de valores. Rendemo-nos à cultura materialista!

Il ya quelque choise incorrect dans notre système de valeurs. Nous nous abandonnons à la culture materialiste!

There is something wrong with our value system. We surrender ourselves to materistic culture!

SOLUÇÃO: O Poder do homem sobre si mesmo »» AUTODOMINIO.

SOLUTION: La Puissance de l´homme sur lui-même »» CONTRÔLE DE SOI.

SOLUTION: The Power of man over himself »» SELF-CONTROL

18 comentários:

  1. Não podemos nos acomodar diante das aparências, Rute.Os tempos atuais urgem desconfianças nos poderes(podres)regentes.
    Numa hora calma tentarei ver o filme.Espero conseguir,rsrsrs!
    Bom domingo pra vc e pras "crianças".
    Bjos,
    Calu

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    1. Oi Calu, acredito que mais do que "desconfianças", temos de perceber as conexões. Inclusive de tudo o que vem para nosso bem. Ao NÃO nos aprofundarmos na dinamica oculta, muita coisa passa indetectável, visto nos localizarmos na vida no patamar da superficialidade.
      Beijinhos. Obrigada pela visita.
      Rute

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  2. Oi, Rute. Penso que mesmo quando nos afastamos do progresso, é inevitável fazer parte dele. Não temos muitas escolhas. Ano passado eu e mais algumas pessoas fizemos um complemento para a faculdade, que era 70% à distância. Algumas mulheres com 50, 60 anos tiveram que aprender a lidar com a plataforma mesmo sem nunca terem usado computador, e se bateram bastante no início. Algumas desistiram...mas esse era o preço a se pagar pelo diploma. O progresso nos engole, de alguma forma, quando não nos dá escolhas. Um abraço!

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    1. Oi Bia, considero o progresso, algo bom. Defendo que todos devemos ambicionar de forma saudável algum progresso. O problema reside no progresso incontrolável e destrutivel. Caimos na armadilha quando perdemos a noção de limite, quando somos dominados pelo progresso em vez de autodominar o desejo ilimitado de mais, mais e mais, contra tudo e contra todos.
      No caso que você falou, creio que o desafio apresentado às senhoras de 50 e 60 anos, que nunca tinham usado computador, por um lado veio instigá-las a ampliar conhecimento. Quem mexe com a informática sabe que acelera nosso pensamento, aumenta as sinapses. Vejo a escolha, nesse caso, como escolher entre estagnar ou evoluir.
      Todas as experiências são desafios de vida. Costumo não me negar aos desafios, mas procuro perceber até onde posso ir sem prejudicar os outros, a natureza e o futuro da humanidade.
      Obrigada pela visita e diálogo.
      Mil beijinhos.
      Rute

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  3. Oi, Rute!!
    Vou assistir o filme e depois digo o que achei. Achei no vimeo, legendado em português - http://vimeo.com/56217994
    Não vou assistir agora, pois é de madrugada. Se eu assistir, vou começar a pensar sobre e não vou conseguir dormir.
    Saudades!
    Beijus,

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    1. Oi Luma. Que bom que você encontrou no vimeo porque a Isabel de Matos estáva com dificuldade para acessar. Entretanto, troquei o link do OXE7 para o Vimeo. Muito obrigada. Você sempre faz magia quando aparece.
      Beijinhos para a insone, e também muita saudade.
      Rute

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    2. Oi, Rute!!
      Acabei de assistir nesse instante e, não existe progresso, não é mesmo? O que há é destruição. Pelo menos 70% do documentário foi filmado no Brasil com algum interesse político eleitoreiro, mas ele não bombou aqui. Dizer que políticos brasileiros são grandes latifundiários e não citar nomes é o mesmo que eu afirmar algo sobre a blogosfera ser corrupta e não citar nomes. É uma denúncia vazia, assim como dizer de grandes empresas, multinacionais, de grandes bancos e não citá-los, mostrando a imagem de um banco genuinamente nacional que foi quebrado pelo "sistema".
      Para contribuir para o vídeo citarei uma empresa alemã que tem grande propriedade na amazônia. Mas antes disso quero corrigir os dados apresentados, quando um interlocutor diz que em 1982 os países latino americanos deram calote no FMI - isso não aconteceu e foi mostrado por a + b que estavam cobrando juros que já haviam sido pagos.
      Em 1966 o governo militar queria o desenvolvimento da amazônia. Eles acreditavam que poderiam atrair para aquele local muitas empresas estrangeiras. A Volkswagen se prontificou a construir estradas de rodagem em troca de uma fazenda no Vale do Rio Cristalino. Esse tipo de transação chamou atenção de outras grandes empresas e investidores. E foi no governo militar que a lambança começou. Em 1982 teve a privatização das grandes estatais brasileiras que fez surgir a máquina pública, grande geradora de dívida dos estados para a união. Mas voltando à Volks, ela recebeu na época o equivalente a 1.400 glebas de 100 hectares + Cr$ 116,4 milhões de incentivos fiscais.
      O americano - também não citado no vídeo, afinal grande empresário naquele país - Daniel Ludwig, detentor do projeto Jari, recebeu do governo militar brasileiro incentivos fiscais da Sudam para plantar ávrores produtoras de celuloso, ele derrubou 67 mil hectares de árvores nativas e a nova produção de árvores vindas da ásia não vingou - esse desmatamento foi considerado criminoso. Mesmo assim, essa empresa está na amazônia, derrubando árvores, assim como outras grandes empresas que extraem minério.
      Atualmente temos empresas nacionais batendo de frente com as estrangeiras, como a Votorantin. Em contrapartida, temos a nossa presidenta Dilma construindo siderurgias em consorcio com o Japão, dando-lhes controle nominal do capital brasileiro e elogiando o ex-ministro Delfim Neto que reabriu a Amazônia ao capital estrangeiro nos anos 70.
      Às vezes penso que as guerras ou as crises econômicas são benéficas para a humanidade, pois as pessoas param o consumo desenfreado. Por outro lado, zerar a dívida dos países pobres também não seria solução. Pois de que adianta para eles que não tem nada? Essa dívida para eles é como se fosse virtual, pois se nao possuem dinheiro para pagar e os governos nada fazem, ficam elas por elas. Por outro lado, se tivessem alimento, saúde e educação, zerar a dívida seria bom somente para eles e não é isso que os países detentores dos grandes financiamentos dos bancos querem.
      Valeu a reflexão!! O macaquinho ao final, demonstrou bastante humor! Se fosse um humano, teria quebrado de raiva aquela coisa amarela :)
      Beijus,

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    3. Luma, agradeço muitissimo você ter aprofundado o tema através da problemática Divida Externa Brasileira.
      Os portugueses durante os anos dourados, de desenvolvimento económico, sustentado pelo crédito externo, nunca se questionaram o que estáva acontecendo. Tudo parece ir bem quando só olhamos para uma das polaridades do progresso, a polaridade positiva. Até que descobrimos que tudo tem outra face paralela. Mas aí, os hábitos já se enraizaram no inconsciente coletivo e ao ter forçosamente de diminuir consumo, não vislumbramos como?
      O caminho capitalista pela privatização do que é público chega-nos como solução imediata, mas ele é apenas um remédio quimico com efeitos secundários. Enquanto não se tratar o problema na origem, alimenta-se a continuidade do erro. É assim na saúde, na economia, na politica, na vida em geral.
      Também não vejo solução no perdão da dívida, mas gostaria de ver mais solidariedade entre devedores e credores, um misto de racionalidade com emotividade. E rezo para que o homem aprenda com as quedas anteriores, que se conscientize dos fracassos anteriores analisando as engrenagens de causa-efeito.
      Isto vale para as nações como vale para o ser individual.
      Beijinhos além-mar.
      Rute

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  4. OI Rute.
    Tive dificuldade para ver o link.
    Me manda teu e-mail !
    Bjs
    Debby :)

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    1. Oi Debby, você experimentou hoje ou ontem?
      Ontem tinha um link diferente. A Luma conseguiu outro mais direto. Experimente agora.
      Bjs. Rute.

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  5. Olá, Rute!

    Ai, as armadilhas do progresso... Nesse exato momento estou sentada a uma mesa de escritório, trabalhando com números e vendas. E pensando em como escapar disso. E vai ser logo :) De todas as maneiras, o que me salva é conservar um olhar de encantamento diante da vida e das coisas pequeninas. Experimentar coisas novas, amar, comer, abraçar, prestar atenção às pessoas. E manter projetos paralelos, feitos de puro amor.

    Obrigada pelas palavras lá no blog. A criação realmente pode assumir muitas formas. Gostaria de experimentar todas que eu possa!

    Depois verei o filme :)

    Beijos além-mar! Que a primavera chegue exuberante pra ti.
    Por aqui, vou curtindo os amarelos do outono, tentando não
    pensar no inverno, rs!





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    1. Olá Milena!!!
      É por isso que eu gosto que todos os que passam por aqui, deixem opinião pessoal pois é maravilhoso pegar no tema de vários ângulos, ampliando nossa visão através da visão do outro.

      Você nos trouxe a necessidade do ser humano progredir noutras áreas para além do racional, númerico, monetário. Na corrida pelo progresso material e pela satisfação das necessidades egoicas de consumo, tudo o resto fica em segundo plano: amar, abraçar, prestar atenção...
      Para o progresso não se transformar em beco sem saída é preciso equilibrar o progresso concreto com o abstrato. Infelizmente estamos caminhando dia a dia para uma sociedade coxa, um progresso apenas de hemisfério esquerdo, expansão unilateral que inevitávelmente provoca dano no lado contrário.
      Beijo em ambos os lados do seu coração :) Em breve irei visitar você, comungar de sua vibrante criatividade. Obrigada pela visitinha surpresa.
      Rute

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  6. Minha querida, Rute;
    Quem desconhece tudo isso?
    Fecha-se os olhos para não se ver, enquanto se faz parte da elite. Protesta-se na rua contra Wall Street, quando as coisas ficam apertadas para o nosso lado.
    A criatura humana só aprende no sofrimento e na dor. Os norte-americanos que o digam.
    Quem queria saber das guerras quando seus países invadiam as terras dos outros?
    As invasões e o imperialismo eram economicamente favoráveis às populações das nações mais ricas e poderosas. Quando a situação se inverte, surgem os protestos e as revoltas contra o poder das armas.
    A indústria bélica, a indústria farmacêutica, as madereiras e as financeiras dispõem do poder porque empregam milhões de pessoas no mundo inteiro. Ninguém pode tocar nelas sem estar desempregando exércitos de futuros rebeldes mundiais.
    Tudo corre bem quando se é o explorador. Tudo é injusto e indigno, quando se é explorado.
    A realidade, minha querida Rute, é que nós estamos metidos em todas essas explorações e destruições, ou direta ou indiretamente.
    Quando adquirimos peças de madeira nobres, extraídas ilegalmente; quando compramos peças de arte roubadas; quando consumimos produtos transgênicos de empresas que exploram os pequenos produtores agrícolas, quando ficamos torcendo pela quebra da safra de uma outra nação para que a nossa fique mais rica e nos proporcione mais conforto, e por aí afora.
    Enquanto a criatura humana torcer uma pelo fracasso da outra para que possa ter sucesso, nada vai mudar. A maioria não quer o fim da exploração, só quer ser o explorador.

    Eu não sou contra o progresso, mas não se mede o progresso somente pela riqueza material, sem considerar a expansão da consciência e a evolução espiritual.
    O que cada um de nós está fazendo de efetivo contra os exploradores e os gananciosos?
    Trabalhando para eles, em suas empresas e ajudando-os a explorar os mais pobres?
    Quantos trabalham em Bancos Internacionais que estão roubando os mais humildes e ingênuos?
    Quantos estão à serviço das indústrias farmacêuticas, eletrônicas, automobilísticas e das outras que empregam todos os artifícios para enganar o consumidor?
    E quem trabalha para os meios de comunicação infiltrando falsas informações e distorcendo verdades?

    O que me deixa indignado não é o corrupto e explorador, mas os bonzinhos que reclamam e protestam, mas servem aos poderosos de modo subserviente, só para obter vantagens.
    Enquanto o 8 irresponsável e ganancioso continuar se sobrepondo ao 9, nada muda.
    Pitágoras já sabia disso, naquela época.
    Os Mestres orientais ensinavam isso aos seus discípulos.
    Em seus livros, o Capra denuncia tudo isso com base na física quântica. Quem quer saber?
    Cada qual tem o seu nível de consciência, e não adianta reclamar, e nem aconselhar.
    Dá-se o exemplo, e segue-se em frente. Quem quiser que nos acompanhe.
    Desculpe, se ficou longo demais.
    Um abraço.
    Gilberto.

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    1. Querido mestre, grata por ter vindo comentar.
      Sem dúvida que o grosso do progresso inclui uma luta pelo Poder. Para uns ganharem, outros são forçados a perder. Um prato da balança que ascende, outro prato que descende. Embora não seja suposto ser assim. Idealmente uns não devem subir à custa de outros, inclusive devem ajudar os outros a evoluir também, tornando-se corresponsaveis pela evolução global.

      Porém não é o que se vê. A história repete-se, paises desenvolvidos aproveitando-se de paises em desenvolvimento ou subdesemvolvidos. E podemos até correlacionar com a simples empresa competitiva, querendo ser lider de mercado, ou o simples chefe-de-familia querendo ser lider inquestionável dos seus familiares. Todos querem LUCRAR de forma objetiva ou subjetiva.
      Para mim é tudo ânsia de Poder, para satisfazer o ego, desde o estágio mais individual ao estágio mais coletivo. É importante fazer auto-reflexão: Até onde meu desejo de Ter e de Poder está me levando? Que engrenagem estou eu auxiliando a criar?

      Por exemplo, aqui em Portugal está acontecendo um fenómeno interessante. A taxa de desemprego continua aumentando, conclusão: não há trabalho para todos. Enxergando além da superficie percebe-se que o Governo aumentou os impostos e isso fez com que as pessoas ganhassem menos valor liquido. Aí, as empresas dispensam pessoal porque não aguentam a carga fiscal, e aliciam os trabalhores que ficam na empresa a trabalharem dobrado ganhando um pouco mais do que costume.

      É um salve-se quem puder, um acumular de trabalho com sofreguidão, porque a armadilha do progresso criou máquinas-familiares movidas a dinheiro. Logo, o consumo da máquina não alterou, o que modificou foi o valor do combustivel-monetário. Quem é que vai pensar em entrar em acordo coletivo para diminuir horas de trabalho a todos, por forma a manter esses desempregados na empresa? Pura Utópia!

      Caiu na armadilha do Cubo, não tem como sair. Somente invertendo hábitos e tendências de consumo conseguirá diminuir a toxicodependência do capital. Mas os governos também não estão nem aí para diminuir a despesa pública. Somos todos engolidos pela máquina do progresso, consciente ou inconscientemente.

      Obrigado pelo diálogo. Seu comentário proporcionou sondar mais um pouco embaixo das aparências.
      Abraços.
      Rute

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  7. É bem verdade que sobreviver ao progresso nem sempre é coisa fácil...
    Já guardei o link, para ver num momento de sossego.
    Obrigada pela visita ao meu Artjournal! Eu ando a sentir-me demasiado como aquele urso polar - e não é por causa do frio (que aqui também está muito)!
    bjs,

    Ana

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    1. Olá AnaGF. Espero que gostes do documentário e regresses para dialogar connosco ;)
      Varre o sobrecarrego de cima dos ombros literalmente, como se a mão fosse uma vassoura.
      Beijinhos.
      Rute

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  8. Oi Rute!
    Faz um tempinho que não passo por aqui.
    Vim me atualizar.
    Depois vou assistir o vídeo.
    Saudades
    Xeros

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    1. Oi Ana Karla,
      é verdade, há quanto tempo não nos cruzamos por essa blogosfera...
      Logo mais penso ter um tempinho para visitas os blogs das amigas, agora estou de saída.
      Não me canso de recomedar o filme pois o pessoal que viu, adorou.
      Depois se lhe apetecer, alimente aqui os comentários com o que você achou. A sua opinião conta!
      Beijinhos e saudades.
      Rute

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